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25 março 2026

Sisu - Estrada da Vingança

 

Sisu 2 : Vale a pena assistir à continuação?

Eu vou ser direto: quando ouvi falar de Sisu 2, fiquei curioso na hora. O primeiro filme já tinha aquela pegada brutal, seca e cheia de ação — coisa que prende qualquer cara que curte sobrevivência, guerra e protagonista casca-grossa. Então, sentei pra assistir a continuação querendo ver se eles manteriam o nível… ou se iam estragar tudo.

E olha… tem bastante coisa pra falar.

Qual é o contexto e a história de Sisu 2?

Em Sisu 2 , a história continua acompanhando o lendário sobrevivente finlandês que parece simplesmente impossível de matar. O conceito de “sisu” — aquela determinação absurda, quase sobre-humana — segue sendo o coração do filme.

A trama se passa logo após os eventos do primeiro longa, expandindo o conflito e colocando o protagonista em uma situação ainda mais extrema. Aqui, não é só sobrevivência: é vingança, resistência e guerra psicológica.

A vibe continua crua, com poucos diálogos e muita ação direta. É aquele tipo de filme que não fica explicando demais — você sente tudo na prática.

Quais são os detalhes técnicos do filme?

  • Título original: Sisu 2

  • Ano de lançamento: 2025

  • Diretor: Jalmari Helander

  • Elenco principal:

    • Jorma Tommila

    • Aksel Hennie

  • Nota IMDb: cerca de 7,0/10 (estimativa com base na recepção inicial)

  • Locação: filmado principalmente na Finlândia, com cenários naturais extremos

A fotografia continua sendo um dos pontos fortes. A paisagem gelada, isolada e hostil ajuda muito a construir a tensão.

O que faz Sisu 2 ser diferente de outros filmes de ação?

Aqui vai uma coisa que eu curto: o filme não tenta ser bonitinho.

Enquanto muitos filmes hoje ficam cheios de efeitos exagerados ou histórias complicadas demais, Sisu 2 aposta no simples — mas bem feito:

  • Protagonista quase silencioso

  • Violência direta e sem glamour

  • Ritmo constante

  • Pouca enrolação

É aquele tipo de filme que você assiste e pensa: “cara, esse sujeito não é normal”.

E isso funciona.

Onde o filme se destaca visualmente?

A locação na Finlândia não é só pano de fundo — ela vira praticamente um personagem.

A neve, o frio, o isolamento… tudo contribui pra sensação de perigo constante. Não é só lutar contra inimigos, é lutar contra o ambiente também.

E vou te falar: isso dá um peso absurdo nas cenas.

Curiosidades sobre Sisu 2

  • O conceito de “sisu” é real e muito valorizado na cultura finlandesa — significa coragem extrema diante da adversidade

  • Muitas cenas foram feitas com efeitos práticos, evitando CGI exagerado

  • O ator principal, Jorma Tommila, mantém o estilo quase mudo do personagem, o que aumenta o impacto

  • A produção buscou manter a estética “raiz” do primeiro filme

Sisu 2 é melhor que o primeiro filme?

Olha… sendo bem honesto:

  • Se você gostou do primeiro, vai gostar desse também

  • Mas não espere uma revolução

O filme segue a mesma fórmula — o que pode ser bom ou ruim, dependendo do seu gosto.

Pra mim, funciona porque não tenta reinventar tudo. Ele sabe o que é e entrega isso com consistência.

Minha crítica sobre Sisu 2

Eu gostei. Não é um filme perfeito, mas é honesto.

Pontos fortes:

✔ Ação intensa e direta
✔ Atmosfera pesada e imersiva
✔ Protagonista marcante

Pontos fracos:

❌ Pouca evolução na história
❌ Personagens secundários pouco explorados
❌ Pode parecer repetitivo pra alguns

No geral, é aquele filme ideal pra assistir sem pensar muito — só curtir a pancadaria bem feita.

Vale a pena assistir Sisu 2?

Se você curte:

  • Filmes de guerra

  • Sobrevivência extrema

  • Protagonistas estilo “um homem só contra tudo”

Então sim, vale a pena.

Agora, se você procura algo mais profundo ou cheio de reviravoltas… talvez não seja o seu tipo.

Conclusão

Sisu 2 entrega exatamente o que promete: ação bruta, clima pesado e um protagonista que não desiste nunca.

Não tenta ser mais do que é — e talvez seja justamente isso que faz funcionar.

No fim das contas, eu terminei o filme com aquela sensação clássica:
“Esse cara é uma máquina.”

E às vezes… é exatamente isso que a gente quer ver.



Sisu - Uma História de Determinação

 

Sabe aquele tipo de filme que te deixa grudado no sofá, com a adrenalina lá no alto e um sorriso de canto de boca cada vez que o protagonista faz o impossível? Pois é, eu assisti Sisu recentemente e precisei vir aqui trocar uma ideia com você sobre essa obra. Se você curte uma história de "um homem contra o mundo", senta aí que o papo é bom.

O que é Sisu e por que esse filme impressiona tanto?

Para começar, a gente precisa entender o contexto. Sisu (que é o título original também) foi lançado em 2023 e não demorou para virar um fenômeno entre quem gosta de ação visceral. A história se passa em 1944, na Lapônia, durante a Segunda Guerra Mundial.

O protagonista é Aatami Korpi, um ex-soldado que decidiu se aposentar da matança para garimpar ouro isolado de tudo. O problema? Ele encontra uma veia de ouro riquíssima, mas, no caminho para a cidade, esbarra com um comboio nazista em retirada que resolve tentar roubar o que ele conquistou. É aí que o bicho pega. O termo "Sisu" é uma palavra finlandesa que não tem tradução direta, mas significa uma coragem absurda, uma persistência quase mística que aparece quando toda a esperança parece perdida.

O filme tem uma pegada que lembra muito John Wick encontrando Bastardos Inglórios. É direto ao ponto, visualmente cru e extremamente satisfatório. No IMDb, ele sustenta uma nota sólida de 6.9, o que é ótimo para o gênero, já que o foco aqui é a execução da ação e não diálogos existenciais complexos.

Quem está por trás dessa produção finlandesa?

O capitão desse navio é o diretor Jalmari Helander, que já mostrou que sabe misturar fantasia e ação em outros trabalhos. Ele trouxe uma estética de faroeste moderno para os campos gelados e desertos da Finlândia.

No elenco, o destaque absoluto vai para Jorma Tommila, que interpreta o protagonista. O cara quase não fala o filme inteiro, mas a expressão dele diz tudo. No lado dos vilões, temos Aksel Hennie fazendo o líder nazista que comete o erro fatal de subestimar o velho garimpeiro. A química de "gato e rato" entre eles é o que move a trama com uma tensão constante.

Onde o filme Sisu foi gravado e quais as curiosidades?

A ambientação é um personagem à parte. O filme foi rodado na Lapônia, Finlândia, e as paisagens são ao mesmo tempo lindas e desoladoras. Aquele vazio gelado ajuda a passar a sensação de que não há para onde correr — o que só torna as cenas de luta mais intensas.

Algumas curiosidades que achei bem legais:

  • Sangue de família: O ator principal, Jorma Tommila, é na verdade cunhado do diretor. Eles já trabalharam juntos antes e essa confiança mútua transparece na entrega física do papel.

  • Menos é mais: O protagonista só diz suas primeiras palavras no finalzinho do filme. Isso foca toda a nossa atenção na ação e na sobrevivência dele.

  • Realismo prático: Grande parte das explosões e efeitos foi feita da forma antiga, com o mínimo de computação gráfica possível, o que dá um peso maior para cada golpe e tiro.

Vale a pena assistir Sisu pela crítica especializada?

Se você me perguntar a minha opinião sincera: vale cada minuto. A crítica recebeu o filme muito bem, destacando justamente a simplicidade honesta da obra. Ele não tenta ser mais do que é; é um filme sobre um homem que se recusa a morrer enquanto não recuperar o que é seu.

A narrativa é fluida, dividida em capítulos, o que dá um ritmo de história em quadrinhos ou videogame. Visualmente, o contraste do sangue no solo árido da Lapônia é cinematografia pura. É uma obra que exala testosterona, mas de um jeito focado na resiliência e na proteção do próprio esforço, o que gera uma identificação imediata. É o tipo de filme que você termina de ver e sente que pode enfrentar qualquer problema na sua semana.



Napoleão

 

Sempre tive uma queda por cinebiografias que tentam abraçar o mundo, e quando soube que Ridley Scott voltaria aos épicos históricos com Napoleão (Napoleon), a expectativa foi lá no alto. Afinal, estamos falando do cara que nos deu Gladiador. Assisti ao filme focado nos detalhes técnicos e na grandiosidade das batalhas, e o resultado é uma obra que divide opiniões, mas que certamente não passa batida.

Lançado em 2023, o longa carrega uma responsabilidade enorme: resumir a vida de um dos maiores estrategistas militares da história. Com uma nota 6.4 no IMDb, fica claro que o público teve uma relação de "amor e ódio" com a produção.

Quem foi o diretor e qual o elenco de peso?

A direção ficou nas mãos do veterano Ridley Scott, que não economizou na escala do projeto. Para dar vida ao imperador francês, ele escalou Joaquin Phoenix, entregando um Napoleão que oscila entre a genialidade tática no campo de batalha e uma vulnerabilidade quase infantil em sua vida privada.

Ao lado dele, Vanessa Kirby brilha como Josefina. A química entre os dois é o que move a trama, mostrando que, por trás de cada conquista territorial, havia uma guerra psicológica e emocional dentro de casa. O elenco ainda conta com nomes como Tahar Rahim e Rupert Everett, mantendo o nível de atuação bem elevado.

Onde o filme foi gravado e como é o visual?

Se tem uma coisa que o Ridley Scott sabe fazer é escolher locações que dispensam o excesso de computação gráfica. As filmagens de Napoleão passaram por lugares incríveis na Inglaterra (como o Palácio de Blenheim) e na Ilha de Malta, que serviu de cenário para as sequências de ação naval e urbana.

Visualmente, o filme é um espetáculo. A fotografia utiliza muita luz natural e tons frios, o que ajuda a passar aquela sensação de realismo das campanhas militares na Europa. Você sente o frio da Rússia e a poeira das batalhas apenas pelas escolhas de cores.

Quais são as principais curiosidades dos bastidores?

Uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a velocidade da produção. Scott filmou esse épico em apenas 62 dias, um tempo recorde para um filme dessa magnitude. Para conseguir isso, ele usava até 11 câmeras simultaneamente em algumas cenas de batalha.

Outro ponto que gerou muita conversa foi a precisão histórica. Historiadores franceses criticaram bastante algumas "liberdades criativas" do diretor (como Napoleão atirando nas Pirâmides do Egito), mas Scott, com seu estilo direto, basicamente mandou um "se vira" para os críticos, focando mais no entretenimento e no impacto visual do que em um documentário rigoroso.

Qual a minha crítica sobre a obra de Ridley Scott?

Na minha visão, Napoleão funciona muito bem como um filme de guerra, mas tropeça um pouco no ritmo ao tentar cobrir décadas de história em poucas horas. As sequências de batalha, especialmente a de Austerlitz, são lições de cinema. É cinema bruto, bem filmado e imersivo.

Por outro lado, o foco excessivo no relacionamento conturbado com Josefina pode cansar quem esperava apenas um filme de estratégia militar. É uma abordagem mais "pé no chão", mostrando o homem por trás do mito, com todas as suas inseguranças. Não é um filme perfeito, mas para quem gosta de história e grandes produções, é obrigatório.



24 março 2026

Motel Destino

 

Cara, se você curte aquele cinema que te deixa desconfortável e fascinado ao mesmo tempo, precisa colocar Motel Destino na sua lista. Eu assisti recentemente e confesso que a atmosfera do filme grudou na minha cabeça por uns bons dias. Não é só um "filminho de suspense"; é uma experiência visual que usa as cores e o calor do Ceará para contar uma história bem carregada de tensão e desejo.

Lançado em 2024, o longa chegou com o selo de aprovação de Cannes, o que já dá uma pista de que a parada é de alto nível. O título original é o mesmo, Motel Destino, e a trama gira em torno de Heraldo, um jovem que, após um assalto dar errado, acaba se escondendo em um motel de beira de estrada. O que ele não esperava era encontrar um ecossistema próprio ali dentro, regido por um dono temperamental e uma mulher que é puro magnetismo.

Abaixo, separei os pontos principais para você entender por que esse filme está dando o que falar.

Do que se trata a história de Motel Destino?

A trama é um noir tropical. Imagine aquele clima de filme policial clássico, mas mergulhado no sol escaldante do Nordeste e em luzes neon de um motel de procedência duvidosa. O diretor Karim Aïnouz (o mesmo de A Vida Invisível) faz um trabalho absurdo aqui. Ele transforma o cenário, que fica no litoral do Ceará, em um personagem vivo.

O elenco conta com o estreante Iago Xavier, que entrega uma vulnerabilidade bruta no papel de Heraldo, e a excelente Nataly Rocha como Dayana. Mas quem rouba a cena com uma presença pesada é o veterano Fábio Assunção, vivendo o Elias. Ele interpreta o dono do motel com uma mistura de perigo e decadência que dá o tom de urgência do filme. No IMDb, a nota tem flutuado na casa dos 6.1, o que reflete como a obra divide opiniões: ou você entra na onda estética dele, ou acha "estranho" demais.

Onde o filme Motel Destino foi gravado?

Se você sentiu o calor só de ver o trailer, não foi à toa. As locações principais foram no Ceará, especificamente em Beberibe. O uso das paisagens naturais contrasta com os ambientes fechados e claustrofóbicos do motel. É aquele tipo de filme que faz você querer tomar um banho frio logo depois que os créditos sobem. O diretor escolheu a dedo essa região para trazer uma autenticidade que o estúdio jamais conseguiria replicar.

Quais são as principais curiosidades dos bastidores?

Uma das coisas mais legais é que o Karim Aïnouz buscou muitos atores locais, fazendo uma imersão real na cultura da região. Além disso:

  • O filme foi selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes, colocando o cinema brasileiro no topo do debate mundial em 2024.

  • A paleta de cores — muito azul, vermelho e amarelo neon — foi inspirada na estética do "technicolor" e em filmes eróticos dos anos 70 e 80, mas com uma roupagem moderna.

  • Houve um treinamento intenso para o elenco jovem, já que muitas cenas exigiam uma entrega física e emocional bem crua.

Vale a pena assistir Motel Destino hoje?

A minha crítica sincera? Vale, mas vá com o espírito aberto. O filme não entrega tudo mastigado. Ele foca muito mais na pulsão dos personagens, no sexo como forma de sobrevivência e na sensação de estar encurralado. Não é um filme de ação frenética, mas sim um suspense que vai cozinhando você em banho-maria.

Visualmente, é impecável. A direção de fotografia é de primeira linha. Se você gosta de cinema autoral, que arrisca e não tem medo de ser "sujo" e real, Motel Destino é um prato cheio. Ele foge do óbvio e mostra um Brasil que raramente vemos nas telas de forma tão estilizada.