Cara, se você curte aquele tipo de filme que te deixa grudado na cadeira, com os nervos à flor da pele, precisa dar uma chance para Fúria em Alto Mar (Hunter Killer). Eu assisti recentemente e resolvi dissecar o porquê de esse longa de 2018 ainda ser uma referência quando o assunto é thriller de guerra moderno.
O que esperar de Fúria em Alto Mar
Lançado em 25 de outubro de 2018, o filme é dirigido por Donovan Marsh. A pegada aqui é um equilíbrio entre a claustrofobia de um submarino e a adrenalina de uma missão de resgate terrestre. A história foca no capitão Joe Glass, um cara que não seguiu o caminho tradicional da Marinha e acaba liderando uma missão absurda: resgatar o presidente russo de um golpe de estado para evitar a Terceira Guerra Mundial.
No elenco, temos nomes de peso que entregam exatamente o que o gênero pede:
Gerard Butler como o capitão Joe Glass.
Gary Oldman sendo o Gary Oldman (sempre impecável).
Common e o saudoso Michael Nyqvist, que faz um contra-ponto excelente como um capitão russo.
Produção, Notas e Bastidores
Se você é do time que olha o termômetro da crítica antes de dar o play, o filme sustenta uma nota 6.6 no IMDb. Pode parecer uma nota "ok", mas para o gênero de ação, é um sinal de que ele entrega o entretenimento que promete sem enrolação.
Embora não tenha levado estatuetas do Oscar (convenhamos, não é o foco aqui), o filme é elogiado pela parte técnica. A trilha sonora, composta por Trevor Morris, ajuda muito a ditar o ritmo de tensão constante, especialmente nas cenas de "silêncio total" no fundo do mar.
As locações de filmagem foram variadas, mas muito do visual cinzento e gélido que vemos na tela vem de filmagens feitas na Bulgária e em bases navais no Reino Unido. O realismo dos cenários ajuda a vender a ideia de que o perigo é real.
Curiosidades que valem o destaque
Eu gosto de saber o que rolou por trás das câmeras, e Fúria em Alto Mar tem uns pontos interessantes:
Imersão Real: Gerard Butler passou três dias em um submarino real da Marinha dos EUA para entender como a tripulação se comporta. Ele queria evitar aquele clichê de "capitão de filme".
Homenagem: Este foi um dos últimos filmes de Michael Nyqvist antes de sua morte, e o filme é dedicado a ele.
Apoio Militar: A Marinha dos EUA colaborou bastante com a produção para garantir que os termos técnicos e o visual dos submarinos fossem os mais precisos possíveis.
Por que você deveria assistir hoje?
Muita gente deixa passar esse título achando que é "só mais um de submarino", mas a dinâmica de diplomacia forçada entre os capitães americano e russo é o grande trunfo. É um filme direto, seco, sem sentimentalismo barato, focado em estratégia e nervos de aço.
Se você quer uma experiência de cinema que não te trata como criança e entrega sequências de ação bem orquestradas, vai sem medo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário