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26 dezembro 2025

Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer

 


Tiro, Porrada e Muita Ação: Minha Opinião Sem Frescura sobre Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer

E aí, beleza? Se você é como eu, fã de filme de ação com testosterona no limite, sabe que quando o assunto é John McClane, a expectativa é alta. Eu fui ver Duro de Matar 5, ou, como é o título original, A Good Day to Die Hard, com aquele receio de sequência tardia, mas com a esperança de ver Bruce Willis quebrando tudo mais uma vez.

O filme estreou lá em 14 de fevereiro de 2013 aqui no Brasil, bem no Dia dos Namorados – uma escolha irônica para um filme que tem mais explosão do que romance. A real é que o quinto capítulo da franquia Die Hard tenta injetar sangue novo na fórmula, mas mantém a mesma pegada de ação desenfreada que a gente curte.


Rodando a Mão na Rússia: A História e os Bastidores

A trama tira o detetive durão de Nova York e o joga na fria Rússia, mais especificamente em Moscou. As locações de filmagem, no entanto, foram mais diversificadas, incluindo a Hungria (principalmente Budapeste e seus arredores, que dobraram como Moscou) e a Sérvia. Essa mudança de cenário é o que realmente diferencia este filme dos anteriores, dando um ar mais internacional e, vamos ser sinceros, mais caótico.

A história começa com McClane viajando para encontrar seu filho, Jack, que ele mal vê. No entanto, o "reencontro" é no meio de uma mega operação secreta, e o velho John acaba se metendo de cabeça em uma conspiração internacional.

O Comando e o Elenco Principal

Quem segurou a bronca na direção foi o John Moore. Ele já tinha experiência com ação e explosões, e isso fica bem claro. O foco é menos na genialidade dos puzzles de vilões antigos e mais na destruição em massa.

No elenco, claro, o Bruce Willis é o centro de tudo, entregando o McClane que a gente conhece: sarcástico, teimoso e indestrutível. Mas o filme aposta na dinâmica pai e filho, trazendo o ator Jai Courtney para interpretar Jack McClane. A química entre os dois é o motor de boa parte da narrativa.


Trilha Sonora e a Recepção do Público no IMDb

Uma coisa que sempre ajuda a dar o ritmo em um bom filme de ação é a trilha sonora. O compositor Marco Beltrami (que já tinha trabalhado no Duro de Matar 4.0) foi o responsável por essa parte. A música é daquele tipo que te faz sentir a adrenalina, cheia de orquestrações tensas e batidas pesadas, bem no estilo que o gênero exige para acompanhar as perseguições de carro e tiroteios.

Falando em como o filme foi recebido, ele não é unanimidade, não. Se você checar no IMDb, a nota do filme "Duro de Matar 5" (A Good Day to Die Hard) costuma ficar na casa dos 5.2 ou 5.3, o que mostra que a galera não curtiu tanto quanto os originais. É um número que não assusta, mas também não empolga. Para mim, a ação salva a nota.


Curiosidades dos Bastidores: O Que Você Não Sabia

Para fechar, umas curiosidades que descobri sobre a produção.

  • O ator Jai Courtney (Jack McClane) precisou fazer um treino físico bem intenso para estar ao lado de Bruce Willis. A ideia era que ele parecesse um agente de campo, e o treinamento não deu moleza.

  • A equipe de produção teve que construir uma estrada de cerca de 400 metros em um campo de aviação abandonado perto de Budapeste só para filmar uma das sequências de perseguição mais insanas do filme.

  • Embora a trama se passe em Moscou, a maioria dos veículos militares russos que você vê no filme são réplicas feitas na Hungria, já que conseguir os veículos originais e usá-los em cenas de ação seria logisticamente impossível.

No fim das contas, Duro de Matar: Um Bom Dia Para Morrer cumpre o que promete: é um filme de ação puro e simples, sem muita filosofia, mas com muita explosão e o carisma sarcástico de John McClane. Se você só quer desligar o cérebro e ver carro voando, Yippee Ki-Yay.

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