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27 janeiro 2026

Super Size Me 2: O Frango Nosso de Cada Dia

 

E aí, tudo certo? Estava aqui dando uma olhada em alguns documentários e acabei parando no O Frango Nosso de Cada Dia. Se você curte saber o que rola nos bastidores das grandes indústrias, esse aqui é um prato cheio, sem trocadilhos. O filme é uma sequência direta daquele clássico que todo mundo viu na escola, o Super Size Me, mas agora o foco mudou do hambúrguer para o frango, que a gente sempre achou que era a opção "saudável".

Vou te passar a visão geral do filme, sem enrolação e sem spoilers, para você decidir se vale o seu tempo no sofá.

O que esperar de Super Size Me 2: O Frango Nosso de Cada Dia

O título original é Super Size Me 2: Holy Chicken! e ele chegou oficialmente em 2019, depois de passar por alguns festivais. A ideia aqui é simples: o diretor Morgan Spurlock decide abrir sua própria lanchonete de fast-food. Só que, em vez de só fritar carne, ele mostra como a indústria manipula termos como "natural", "fresco" e "orgânico" para nos fazer acreditar que estamos comendo algo melhor do que realmente é.

A narrativa é direta. O filme não tenta te fazer chorar ou apelar para o emocional barato. É um cara mostrando como o sistema funciona por dentro, conversando com criadores de aves que estão endividados e tentando entender por que o marketing é tão poderoso. Atualmente, o filme segura uma nota 6.4 no IMDb, o que é honesto para um documentário desse estilo.

Quem comanda o espetáculo e o elenco real

Diferente de um filme de ficção, aqui o "elenco" é formado por pessoas reais. Além do próprio Morgan Spurlock, que também assina a direção, temos figuras como Jonathan Buttram, um criador de frangos que resolveu abrir a boca sobre como as grandes corporações controlam tudo.

O filme não ganhou o Oscar, mas marcou presença no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), onde foi indicado ao prêmio de escolha do público. É aquele tipo de produção que incomoda quem está no topo da pirâmide alimentar das empresas, e só por isso já vale a espiada.

Locações, trilha sonora e o clima do filme

A produção viajou bastante pelo interior dos Estados Unidos, principalmente por estados como Ohio, onde o Spurlock montou sua lanchonete real, a "Holy Chicken!". As locações variam entre escritórios de marketing modernos e galpões de criação de frango que não são nada parecidos com o que a gente vê nos comerciais de TV.

A trilha sonora, assinada por Jeffery Alan Jones, é funcional. Ela não tenta ser épica, ela apenas acompanha o ritmo da investigação, dando aquele tom de urgência quando as coisas ficam mais tensas. O foco aqui é o que está sendo dito e mostrado, não a música de fundo.

Curiosidades que mudam sua percepção sobre o almoço

Existem alguns pontos sobre esse filme que são bem interessantes de saber antes de dar o play:

  • Restaurante real: A lanchonete que ele abre no filme realmente existiu e serviu clientes de verdade para testar as táticas de marketing.

  • Marketing visual: O filme mostra como as marcas usam cores específicas e desenhos de fazendas nas embalagens apenas para criar uma ilusão de saúde.

  • O sumiço do diretor: Logo após o lançamento nos festivais, Spurlock se envolveu em polêmicas pessoais que acabaram atrasando a distribuição comercial do filme por um tempo.

  • Big Chicken: Você vai aprender o termo "Big Chicken", que se refere às cinco maiores empresas que dominam quase todo o mercado mundial de aves.

No fim das contas, O Frango Nosso de Cada Dia é um filme para quem gosta de entender as engrenagens do mundo. Ele te entrega os fatos, mostra os bastidores e deixa você tirar suas próprias conclusões na próxima vez que passar por um drive-thru.



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